quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Pergunta!


Pergunta!

Pergunta-me como se ama,

Como se conserva a chama

Deste fogo que me invade

O ser de saudade…

Não me perguntes, sobre a dor.

Somente sobre o amor

Sem pudor e que alimenta,

Invade,

Aumenta…

Pergunta!

Pergunta-me porque te anseio,

Porque te sinto no seio

De tanta gente…

Porque a mente não descansa,

O desejo não amansa

E a imensidão não alcança…

É evidente!...

A resposta está em nós;

A vontade de não estarmos sós…

Pergunta!

Pergunta-me olhando assim:

Teus olhos repousando em mim;

Provocando uma candura,

Uma calma revigorante

Onde me sinto amante,

Alma simples, pura,

Renovada,

Adorada.

Pergunta-me!

Pergunta-me que eu respondo:

Com amor!

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